FAECAD - Faculdade de Ciência, Tecnologia e Biotecnologia da CGADB

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Venha para a FAECAD! A faculdade das Assembleias de Deus. Inscrições abertas para o vestibular do 2º semestre de 2009. Informações: (21) 3015-1000, secretaria@faecad.com.br - Nossa IES é credenciada, e nossos cursos reconhecidos pelo MEC. Visitem-nos, e conheçam nossas confortáveis instalações.

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009



Você prega, Deus realiza. Desça do púlpito vitorioso!

Por: Marcos Tuler

Dirigi-me à empresa na certeza de que teria mais uma produtiva e abençoada jornada de trabalho. Antes de chegar à minha sala, avistei um amigo, funcionário da gerência de jornalismo. Ao perceber que ele também havia me visto, detive-me por alguns instantes no corredor de acesso às demais gerências no intuito de cumprimentá-lo. (Permitam-me, por questões éticas, não lhe declinar o nome.)
Antes que eu pronunciasse a primeira palavra, o insigne jornalista desarticulou-me, e pôs-se a falar de modo esfuziante: “Irmão Marcos, preciso contar-lhe uma experiência que tive com Deus!” “Lembra-se do dia que o senhor pregou sobre o amor ao próximo?” “Sim, respondi interessado.” “Pois então, sábado pela manhã, o Espírito Santo me fez lembrar daquela mensagem.” Pôs-se a contar didaticamente seu piedoso testemunho.
“Deus decidira, por bondade e misericórdia, agraciar-nos com a bênção da casa própria. Nossa nova residência, embora sem pompas e aparatos, preenchera confortavelmente nossa modesta expectativa de moradia. O Senhor atendera graciosamente nossas orações!”
“Eu e minha esposa ficamos tão felizes com a nova aquisição que mal podíamos esperar o dia da mudança. Afinal, além de nos livrarmos das despesas do aluguel, passamos a morar definitivamente no que é nosso: aquele apartamento representa o fruto dos nossos esforços.”
“Enfim, chegou o esperado dia da mudança. Havia chovido a semana inteira e provavelmente continuaria no sábado. Oramos insistentemente ao Senhor pedindo que não chovesse pelo menos em nossa cidade, pois o carro que havíamos conseguido para o transporte dos móveis era uma pick-up de carroceria aberta, e em função disso, temíamos que nossos pertences fossem avariados pela chuva.”
“O dia avançava veloz. Continuamos orando fervorosamente, mas parecia não adiantar! A chuva caia insistente e copiosamente na contramão de nossos anseios e petições.”
“Depois de certo tempo, quando a angústia e o desânimo parecia descontrolar-nos (enfatizou o jornalista fitando-me nos olhos), o Espírito Santo fez-me lembrar de parte da mensagem em que o senhor dizia que devemos querer para o próximo todo bem que desejamos para nós mesmos. A palavra de Deus citada pelo irmão naquela ocasião, ainda ecoava doce e sonoramente em meus ouvidos: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mc 12.30). “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós. E nós devemos dar a nossa vida pelos irmãos (1 Jo 3.16).
Naquele instante, parecia ouvi-lo nitidamente repetir: ‘se desejamos uma boa escola para os nossos filhos devemos esperar que os filhos dos nossos irmãos e vizinhos também consigam uma boa escola.’ ‘Se almejamos uma boa casa ou um carro do último tipo, também devemos desejar essas coisas para o nosso próximo.’
Quando estas lembranças me vieram à mente, pude compreender que estávamos orando de forma errada. Imediatamente mudamos nossa oração e começamos pedir a Deus que ajudasse as outras pessoas que porventura estivessem passando pelo mesmo problema que nós, ou quem sabe, até pior, em razão da chuva ou da falta dela. De repente percebi que estava orando cada vez mais intensamente por aquelas possíveis pessoas. Tão intensamente, que esqueci-me do meu próprio problema. Foi quando minha esposa me disse: ‘Filho, a chuva já passou!’
Daquele momento em diante não choveu mais uma gota!
É possível que meu leitor ainda não esteja entendendo o motivo pelo qual estou narrando este testemunho. Quando comecei escrever este artigo intentava discorrer sobre o tema “amor ao próximo”, porém, em dado momento, o Espirito Santo direcionou-me ao grande dilema de boa parte dos pregadores: estar ou não sendo usado por Deus no momento da entrega da mensagem.
Confesso que quando desci do púlpito na ocasião em que preguei sobre o amor ao próximo, não tinha idéia de como essa mensagem surtiria efeito nas pessoas que me ouviam.
O fato é que, quase nunca prevemos o alcance ou avaliamos os efeitos de nossas mensagens sobre os ouvintes. Às vezes nos empolgamos quando nossas prédicas, carregadas com as pompas da retórica, arrebatam do auditório calorosos elogios e congratulações. Entretanto, quando nos falta o aparente brilho, desejamos que o chão se abra e sorva celeremente nossa vergonha e decepção. Por que nos ocorre esta desagradável experiência? Por que agimos assim? Infelizmente, mesmo sem nos dar conta, ao descermos do púlpito, costumamos ajuizar as operações de Deus pelo que é aparente, ou seja, pelas visíveis reações e manifestações da audiência. Esquecemo-nos que Deus trabalha e realiza como e quando quer, independente das nossas medíocres expectativas.
É aí que, no final de cada mensagem, conjecturamos: Será que hoje Deus me usou como instrumento de sua operação? Será que o Todo-Poderoso tocou em alguém profundamente por intermédio da minha pregação? Seu poder transformador emanou através de mim sem que eu percebesse?
Nossa missão é pregar. Não temos compromisso com os resultados. Os santos oráculos emanam do Eterno; Ele mesmo encarregar-se-á de torná-los realidade na execução da sua vontade. A Palavra pregada legitimamente independe da nossa frágil competência. Ninguém impedirá seu curso: como um manancial de águas inexaurível, ela fluirá caudalosamente, rumo ao cumprimento do arbítrio e desígnio do Altíssimo: “Assim será a palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei” (Is 55.11).

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009




PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DE UM TEXTO IRRECUSÁVEL

1. Criatividade.
“É o modo de estar no qual somos capazes de produzir de maneira inovadora.”

• para não ficar na mediocridade
• para não plagiar obras e Ter originalidade
• para não ser simplista
• para não cair na obviedade
• para ser relevante

“Ela é resultante da inspiração somada à atividade criativa.”

2. Inspiração
“A inspiração não é propriamente o ato criador. Na verdade, ela vem antes disso. O estado inspirativo é uma condição de sensibilidade àquilo que se passa dentro de nós mesmos e no universo do qual nos acercamos. São essas impressões captadas que estimulam nosso raciocínio à atividade criativa.”

Duas classes distintas:

a) Inspiração espontânea

É involuntária, acontece ao acaso, sem que tenhamos planejado entrar nesse estado. Há pessoas mais suscetíveis ao mundo das idéias. No entanto, qualquer um pode tornar-se sensível às idéias. Basta:

• aprender a silenciar o burburinho de preocupações que ocupa completamente as idéias do homem moderno (silêncio interior).
• Fugir do alvoroço cotidiano. A chave para isso é dedicarmos momentos específicos a práticas mais tranqüilas (silêncio exterior).

Como cultivar uma vida mais suscetível à inspiração espontânea:

– viver a devoção cristã com regularidade.
– ser senhor e não escravo do tempo.
– criar hábitos alimentares saudáveis.
– expor a mente a boas influências.

b) Inspiração induzida
Através do estabelecimento de condições externas que propiciem a sensibilidade criativa. Um escritor não pode depender apenas de estados espontâneos para produzir; pois precisa cercar-se de circunstâncias específicas que o torne sensível.

Medidas a serem tomadas:

– constituir um ambiente de trabalho personalizado.
– Assumir hábitos relaxantes que ofereçam descanso para o intelecto.

3. Atividade criativa

“É o trabalho de interpretar as sensações captadas pela inspiração e traduzi-las em idéias.”

a) Identificação do problema.

É identificação da grande questão que existe dentro de um determinado tema e precisa ser respondida.
Exemplo: oração
Pergunta: Qual é o maior problema existente dentro do universo da oração?
Resposta: A dificuldade que as pessoas têm de praticá-la.
A grande questão: Como vencer os empecilhos à prática da oração?
A questão pode ser a temática de um livro.
Tarefa: Identificar a grande questão.

b) Preparação.

Acumular todas as informações possíveis sobre o problema da grande questão.
Reunir o máximo de conhecimento a fim de, posteriormente, tirar a qualidade da quantidade.
Tarefa: Definir a temática.

c) Incubação

Deixar que as informações obtidas “descansem” em nosso interior.
Precisamos de resignação para que os dados coletados na pesquisa “assentem” em nosso intelecto até que estejam prontos e brotem em novas idéias.
Tarefa: Compreender seus diferentes aspectos.

d) Aquecimento

Todas as informações recolhidas ainda estão desordenadas, mas caminham para a solução.
É o estágio em que os ingredientes da criatividade “estão no forno”.
- comparamos dados
- criamos hipóteses
- consideramos implicações
- avaliamos possibilidades
- rejeitamos os preconceitos que trazíamos e registramos novas idéias
Tarefa: Descobrir a resposta que será oferecida.

e) Iluminação

É o “heureca”, o “insight”, o momento em que surge a idéia mestra que conduzirá a todas as soluções. É o instante em que se descobre o argumento principal, o raciocínio que vai nortear todo o trabalho. É simples. Mas não é mágico. É fruto de um processo.
É possível explorar o mundo intelectual até o ponto de apresentarmos ao nosso público o melhor. Essa postura é um dos principais fatores que diferenciam o bom escritor do medíocre e o afastam definitivamente do ruim.
Tarefa: Estabelecer o argumento pelo qual o assunto será abordado.

f) Elaboração

Consiste na tarefa de organizar o trabalho no formato de projeto literário.
Formato básico do projeto literário:
Três diretrizes básicas:

- Introdução.
- Desenvolvimento.
- Conclusão.

Tarefa: Construir o rascunho da obra a ser produzida.

g) Verificação

Avaliamos a importância e o custo do projeto que desenvolvemos antes de investirmos algum recurso para executá-lo.
Tarefas:
Verificar:
a) Os elementos constantes do projeto.

Existe uma temática relevante a ser tratada?
Possuímos um bom argumento? Possuímos uma boa resposta? b) A aceitação do projeto junto ao público.
c) A opinião de um editor sobre o projeto.
d) Custo do projeto.

4. Ferramentas da criatividade.

4.1. Posturas criativas.
Consistem basicamente em atitudes de quebra de resistência quanto ao novo. As idéias mais originais nascem, geralmente, do rompimento com o convencional, daquilo que foge da trivialidade.
a) Não julgar a idéia.
b) Não ter medo da crítica alheia.
c) Não ter preconceito em relação ao novo.
d) Não permitir a pressão do tempo.

4.2. Operações criativas.

São práticas de estímulo à criatividade.
Trata-se de técnicas operacionais que estabelecem procedimentos para a otimização do raciocínio inventivo.

4.2.1 Operações inspirativas
a) Utilizar todos os sentidos possíveis na relação com o objeto.
b) Utilizar a emotividade na relação com o objeto.
c) Utilizar a razão na relação com o objeto.

4.2.2 Operações de atividade criativa
a) enumeração.
b) Mote.
c) Mapeamento.

CONTEÚDO

A obra deve ter consistência, ou seja, ser livre de superficialidades e mesmices. Assuntos conhecidos devem ser tratados sempre de forma criativa.
• [MAX LUCADO]
• Mesmo em obras mais técnicas [STRONG]

O texto precisa ter um embasamento sólido, de maneira que ele seja confiável e útil ao leitor.
Os dados precisam ser verazes e os conceitos, válidos.

1. Plataforma.

Uma base firme de conhecimento para evitar a criação de um livro oco, vazio de conteúdo; ou ambíguo, repleto de lamentáveis equívocos.
É o lastro do autor, a base de conhecimento e experiência que ele tem de cada assunto que se propõe abordar.
A obtenção dos elementos para a construção de uma boa plataforma exige cuidado.

2. Garimpagem.

É o trabalho técnico de pesquisa para recolhimento de dados. É buscar preciosas informações para que o livro publicado venha ser uma obra rica em conteúdo.

2.1 Pesquisas:

a) Pesquisa bibliográfica.
b) Pesquisa de campo.
c) Pesquisa de laboratório.
d)

2.2. Atualização constante.

Os melhores pesquisadores são aqueles que se mantêm sempre inteirados do que acontece no mundo.
Se a idéia é a matéria-prima do processo criativo, a informação é o veio de onde a extraímos.
Escolhermos os veículos por conteúdo e qualidade editorial, para não nos perdemos em meio ao excesso de fonte.

2.3. Registro das informações
É o arquivamento, a catalogação de toda informação relevante.
A técnica mais tradicional de catálogo é a de fichas de apontamento.

COERÊNCIA DOUTRINÁRIA

No caso de uma editora confessional, a obra — qualquer que seja o gênero — não pode entrar em choque com as doutrinas.
Obras excelentes rejeitadas: comentários. Omitir é possível. Alterar o pensamento do autor é desonesto.
• Mesmo obras não teológicas devem estar de acordo com a doutrina que professamos. Os ganhadores do Prêmio Nobel não escreveram apenas belas histórias. São carregadas de conteúdo político e social. Há sempre uma ideologia, uma crítica ou um retrato social no enredo, nas cenas e nas personagens. A mesma coisa vale para nós.
• Os livros mais leves não necessitam de tanto significado, mas também não podem ser contraditórios ao pensamento da igreja.

INTERESSE DA EDITORA

O assunto deve preencher lacunas ou atender à proposta da editora.

MERCADO

A obra deve atender às necessidades do mercado evangélico.

Pr. Marcos Tuler
e-mail: prof.marcostuler@faecad.com.br
Site: www.prmarcostuler.blogspot.com
Tels: (21) 3015-1000/9991-9952

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009



MAIS UM GRANDE DESAFIO

Caros irmãos, professores de escola dominical, superintendentes e educadores cristãos, companheiros dessa linda jornada. Esta postagem tem por objetivo informar-lhes que desde o dia 14 do mês de maio, tenho assumido a reitoria da Faculdade Evangélica de Ciência e Tecnologia da CGADB (FAECAD). Aprouve ao Senhor nosso Deus, pela instrumentalidade de seus servos, pastor José Wellington Bezerra da Costa (presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil e do Dr. Ronaldo Rodrigues de Souza, Diretor Executivo da FUNEC (Fundação Evangélica de Comunicação) colocar-me a frente de tão elevado empreendimento. Tenho como missão precípua, fazer da FAECAD um referencial em termos de educação teológica superior em nosso país.
Informo-lhes também, que em razão das muitas responsabilidades atinentes ao novo cargo, desde a data acima referida, deixei minhas atividades no setor de Educação Cristã aos cuidados do nobre companheiro e também educador, pastor César Moisés Carvalho. Outrossim, esclareço que, pela misericódia do Senhor, e por consentimento do Diretor da Casa, ainda estarei participando de todos os eventos educacionais da CPAD, tais como congressos, conferências e CAPEDS, além de continuar publicando meus livros e artigos.
Devo tornar claro que minha saída do Setor de Educação Cristã e, consequentemente, da CPAD, se dá em razão de uma promoção funcional por parte da diretoria da Casa e da necessidade de atender aos urgentes desafios da FAECAD.
Conto com suas orações e apoio. Abaixo transcrevo, literalmente, a Circular de posse.

Comunicamos a todos que nesta data, representando o Conselho Curador da Fundação Evangélica de Comunicações - FUNEC, estiveram presentes o Diretor Executivo, irmão Ronaldo Rodrigues de Souza e o Diretor Financeiro Pastor Lourival Machado, quando foi dada posse ao Pastor Marcos Antonio Tuler, como novo Diretor da Faculdade das Assembleias de Deus - FAECAD.
Rio, 14 de maio de 2009.

Ronaldo Rodrigues de Souza
Lourival Machado




Pr. Marcos Tuler
Tel: (21) 3015-1000
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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009




COMPETÊNCIAS IMPRESCINDÍVEIS AO ENSINO NA ESCOLA DOMINICAL


Caro irmão, professor, companheiro do ministério de ensino. Gostaria, nesta oportunidade, de lhe falar sobre 3 competências imprescindíveis ao ensino na ED:

Antes de expor essas 3 competências preciso lhe dizer o que significa competência no sentido educacional.

Competências são capacidades, habilidades, aptidões necessárias ao professor para que possa desenvolver um trabalho dinâmico, interessante na sala de aula.

1) Competência para traçar e alcançar objetivos

Assim como o agricultor precisa escolher um determinado ponto à frente, em linha reta, antes de começar a cavar, para que a vala não fique sinuosa, o professor precisa de direção.

Não há como o professor desenvolver um bom trabalho educativo sem metas bem definidas à sua frente.

Como disse Aristóteles: “Todos os nossos atos devem ter um fim definido, à maneira dos arqueiros que apontam para um alvo bem assinalado”.

Para as lições deste trimestre, ocasião em que estamos estudando “1 Coríntios - Os problemas da Igreja e suas soluções", Você pode formular objetivos gerais como: esperar que seus alunos sejam crentes mais fervorosos, mais espirituais, valorizem mais a obra do Espírito Santo, etc. Ou formular objetivos mais específicos, como: esperar que seus alunos valorizem a mensagem da cruz, busquem e recebam os dons espirituais etc.

2) Competência para planejar o ensino

É inadmissível trabalhar com educação cristã sem um plano de ação didática.

A falta de planejamento ocasiona dois males que dificultam o ensino: a rotina e a improvisação.

Uma boa aula tem de ter pelo menos princípio, meio e fim, ou seja, introdução, desenvolvimento e conclusão.

Antes de planejar sua aula o professor deve refletir: O que pretendo alcançar? Como alcançar? Em quanto tempo? O que fazer? Como avaliar o que foi alcançado?

É necessário que o professor preveja todas as etapas da aula:

Determine os objetivos, selecione os conteúdos, organize os procedimentos de ensino, determine o tempo, selecione os recursos e as formas de avaliação.

3) Competência para orientar a aprendizagem

Antigamente, os professores achavam que sua principal função era reunir certa quantidade de informação e repassá-la aos alunos.

O bom aluno era aquele capaz de armazenar o máximo dessas informações e reproduzi-las, fielmente.

Hoje se sabe que o ensino não representa aquilo que o professor faz para os alunos, mas o que o próprio aluno faz por meio da orientação do professor.

O professor precisa mudar sua postura! Deixar a cômoda atitude professoral e assumir, definitivamente, a função de orientador, “facilitador da aprendizagem”.

Pr. Marcos Tuler, professor da FAECAD e chefe do setor de Educação Cristã da CPAD.

Domingo, 26 de Abril de 2009



Caros irmãos frequentadores da "Escola Dominical Participativa, gostaria de indicar-lhes o recém lançado livro do pastor Altair Germano. Ainda não tive condições de lê-lo integralmente, todavia, as poucas páginas que pude ler foram suficientes para perceber que se trata de reflexões consistentes sobre diversos temas de interesse do nosso tempo; especialmente as ideias desenvolvidas na área da educação cristã. Que Deus continue abençoando o pastor Altair em sua jornada pela causa do Mestre. Adquira o livro! Tenho certeza que será uma bênção para a sua vida.

Pr. Marcos Tuler, chefe do Setor de Educação Cristã da CPAD e professor da FAECAD.

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009




Chegando ao Paraguay fiquei surpreso com a aceitação do meu primeiro livro "Manual do Professor de Escola Dominical (traduzido para o espanhol "Manual del Maestro". Tive a grata satisfação de saber que o "Manual" está sendo utilizado como livro-texto nas escolas de formação de líderes do "Centro Familiar de Adoração" (igreja filiada ao Concílio das Assembléias de Deus do Paraguay. Louvado seja o nome do Senhor!







Entre os dias 1 e 5 deste mês (abril), tive a oportunidade de participar como preletor de um grande evento na área da Educação Cristã, realizado em Assunción no Centro Familiar de Adoração, igreja filiada ao Concílio das Assembléias de Deus do Paraguay. Tendo o patrocínio da CPAD, via Editorial Patmos, o evento teve como destaque o enorme interesse do público participante (cerca de 350 incritos)pelas aulas ministradas. Os preletores foram os pastores Vernon Peterson, gerente da Editorial Patmos (EUA); o pastor Marcos Tuler, chefe do setor de Educação Cristã da CPAD (Brasil); e a professora Maritza Valverde, redatora da Editorial Patmos (Costa Rica). Foram ministradas várias plenárias, seminários e oficinas com o intuito de capacitar professores e líderes daquele país. Os cultos a noite foram abençoadíssimos, sentimos a presença poderosa do Senhor confirmando o propósito do evento. Louvo a Deus por esta grande oportunidade e, por isso, compartilho com meus amigos e irmãos em Cristo.

Pr. Marcos Tuler

Segunda-feira, 23 de Março de 2009





DVD - Lições Bíblicas 2º trimestre 2009


CPAD - Multimídia


DVD Lições Bíblicas - Jovens e Adultos


Com o objetivo de proporcionar ao professor um contato com o comentarista das Lições Bíblicas, a cada trimestre, a CPAD traz um resumo das lições como forma de reforço espiritual e melhor preparo da sua aula. Este DVD vem com conteúdo e informação para o professor que deseja dar uma boa aula e edificar sua vida na Palavra de Deus. A novidade neste DVD, é que o comentarista tem mais tempo para a exposição de sua aula. Acompanha mais conteúdo, são cerca de 4 horas de vídeo, com um resumo dos pontos centrais de cada lição. Neste 2º trimestre, estudaremos o tema: I Coríntios - Os problemas da Igreja e suas soluções


Comentarista: Pastor Antònio Gilberto


Neste DVD, você encontrará:

- Resumo das 13 lições ministrado pelo comentarista;

- Entrevista com o Comentarísta;

- Produção com cenário, menus animados e locução em off;


VEJA TAMBÉM:


INTRODUÇÃO:

Comentarista – Pr. Antonio Gilberto

Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD. Formado em Teologia, Psicologia, Pedagogia e Letras, autor de vários livros, editor da Bíblia de Estudo Pentecostal em português e também Consultor Acadêmico da University Global, em Springfield, Missouri – EUA.


PALESTRANTES:


Pr. Claudionor de Andrade

Ministro do Evangelho, Gerente de Publicações da CPAD, conferencista, comentarista das revistas de Escola Dominical, membro da Academia Evangélica de Letras e da Casa de Letras Emílio Conde.


Pr. Marcos Tuler

Ministro do Evangelho, pedagogo, bacharel em teologia. Chefe do Setor de Educação Cristã da Casa Publicadora das Assembléias de Deus e autor dos livros Manual do Professor de Escola Dominical, Recursos Didáticos para a Escola Dominical, Dicionário de Educação Cristã e Ensino Participativo para a Escola Dominical. Todos pela CPAD.


Pr. César Moisés

Ministro do Evangelho, Pedagogo, Professor da FAECAD, Articulista na área de Educação, Comentarista das revistas de Escola Dominical Juvenis e redator da Revista Lições Bíblicas da CPAD e Autor do livro Marketing para a Escola Dominical.


Pr. Esdras Bentho

Ministro do Evangelho, Teólogo, Professor de Hermenêutica e Exegese, Pedagogo, atua como Revisor do Setor de Livros da CPAD e autor das obras Hermenêutica Fácil e Descomplicada e A Família no Antigo Testamento (CPAD).
Fonte: CPAD